Todos.

Melancolia da Alma

Naquele momento, jogada no quarto pensando em tudo que me fez chegar até aqui. Cada detalhe, cada frase, cada rosto, cada pedido. As juras, as promessas que foram quebradas. As amizades, as paixões doentias que o vento destruiu. O coração marcado, a alma machucada. Nostalgia no ar, lágrimas caindo incessantemente… Ao fundo um som doce suave de um piano, uma composição milimetricamente estudada, elabora de corpo, alma… Cenas se espalham pelo ar, como se fosse um filme proposital a se passar… Coração apertado dilacerado, sufocado. Chorando pelo tempo perdido, pelas pessoas que não permaneceram, pelos sonhos destruídos, pelas derrotas visíveis, pela luta sem fim…
Lá fora o dia mais perfeito a se passar, céu nublado, tudo calmo, ao som de um piano a tocar vou levando lentamente a nostalgia que me deixa a pensar…

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3 thoughts on “Melancolia da Alma”

  1. nostalgico o/ tem horas q tudo q a gnt precisa é ter um momento assim neah.. msmo qd eu era criança e nunca tinha nem escutado essa palavra, eu já tinha meus momentos frustrados rsss xP claro que os problemas de crianças são menores, ms num deixa de ser problema! os meus geralmente era com as provas de matematica qd eu ia beeem mal x.x
    enfim ~ eu fujo dos assuntos hahsuhauh isso sim é problema :Po bom é q os momentos nostalgicos sempre sao muito parecidos pra todo mundo rss.. um canto do quarto, se possível perto da janela, músicas emocionantes e a cabeça à mil \o/
    e dps disso a gnt fica pronta pra outra 😀
    otm semana bJx t_+
    aah sim, eu procurei Submersed, baixei umas tres musicas acho rss vlw

  2. Jogada no quarto, não é uma expressão de simples sentimento, mas sim, de dor profunda a profanar os labirintos de seu corpo em penúria. Dor essa, a espremer e sugar o seu/nosso âmago em conflito “com” e “de” nossa própria existência a permanecer neste mundo tão cruel, que quando amamos somos espezinhados e humilhados até quando não mais resistimos continuar com o sofrer do sentimento d’alma. Lágrimas torrenciais faz com avidez, nos acordes do piano, formar rios caudalosos, sedimentados pelos sentimentos de dor que devassam encostas de um louco e extravagante amor que em devaneio se perdeu por uma simples estupidez de não se conseguir mais o alcançar com as próprias mãos, quando em calabouço se enclausurou. O que nos força a dizer … adeus. Em devaneios de mim, creio que de você também, caminho entre trilhas da vida, nada me permite mais ver ao redor, a não ser… o “eu” em do de mim. Sofro. Sei que sofre muito, tanto quanto chora com a dor do adeus. Quimera um sorriso, um abraço, um olhar, choro um amor que, ao som dos acordes do piano, quando ao passar na avenida da vida ouço-o ao longe, como se fosse o destino a dedilhar nossas vidas. Eis-me no tango da vida, a rodopiar entre bailados de um sentimento de amor. Assim sou eu. Quem é você.

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