Todos.

Espinho

 Não vou procurar entender, satisfazer teu ego interior. Não voltarei atrás não regredirei mesmo que fosse capaz por um sorriso furtivo seu. Meu corpo anda corroído, meus passos doloridos e minha mente letárgica demais para que eu volte atrás e tente um novo começo.

Pontuei nossa história e sim, ela hoje teve um ponto final. Descrevi nossos versos e ele perdeu seu sabor adocicado de mel; tentei não esquecer nossos momentos por isso coloquei em frascos lacrados dentro do meu ser, para que o vento não o leve embora, para que não se torne aquela caixa de pandora que engoliu meus sorrisos sinceros.

Chorei, implorei por você e a escuridão tomou conta de mim. Agora sou assim, solitária, mas totalmente liberta de teus caminhos destrutivos, da sua falta de amor e reconhecimento. Prefiro hoje permanecer na dor, a sentir teus espinhos me fincarem novamente. Chega, por mim, CHEGA!

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3 thoughts on “Espinho”

  1. Não sei ao certo se o que escreveu é o que está sentindo, ou sentiu ao escrever, enfim, já me imaginei muitas vezes nessa situação, eu namoro e nas horas vagas penso besteiras. Já senti um terço do que descrevestes por alguém, mas não se compara ao que eu sentiria se fosse hoje, com meu namorado. Bem… Eu queria lhe dizer que ficou muito bom seu texto, que tens uma maneira de escrever, um ritmo de escrita talvez, algo que me faz adorar seus textos. Te comparei a Shakespeare uma vez e cada vez que leio teus textos me lembro disso, porque quase acabo no pecado de repetir um comentário. Um beijo, Vick.

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