Todos.

Às vezes sinto ódio de mim, ódio de não conseguir lidar com o meu lado sentimental, ódio de não conseguir colocar um basta em situações que não deveriam significar nada, ódio de não conseguir terminar uma coisa que está fadada ao fracasso.

Às vezes tenho ódio de mim, por não conseguir controlar esse meu lado doente e emocional. Sim, tenho ódio de mim por não conseguir e me sentir presa aos muitos sentimentos que carrego aqui dentro. Tenho ódio de mim, por saber demais, procurar demais e fazer pelos outros coisas que esqueço que também são fundamentais aqui dentro. Tenho ódio de mim, um ódio incontrolável, silencioso que me aprisiona e me faz morrer lentamente.

Tenho ódio de quando sinto demais e as coisas ficam sufocadas em meu peito como se fosse um corrosivo a adentrar meu corpo e me fazer apodrecer. Eu tenho ódio de amar demais, gostar demais, preocupar demais e não conseguir caminhar. Eu tenho ódio de amar!

 

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